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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Crítica - Tron: O Legado


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Boring. Melhor jogar algum game. Ou assistir alguém jogando. E nem jogo games. As críticas foram até generosas com o filme. Se o roteiro de Tron: O Legado é banal e truncado esperava que um espetáculo sensorial justificasse o filme. Mas os únicos momentos interessantes foram a Olivia Wilde e a trilha do Daft Punk. A concepção visual do universo simulado é escuro e árido demais, escondendo o desenho de produção. 



Fica difícil comprar a idéia de mobílias e roupas de verdade usados por um elenco de carne e osso interpretando construtos de softwares em contraponto com o boneco constrangedoramente irreal do rejuvenescido, Jeff Bridges. Melhor se fossem todos criados em 3d ou ao menos um efeito de "motion blur" tornasse o elenco harmonicamente artificial. Não faz sentido que a mesma empresa de efeitos visuais (Digital Domain) que fez um trabalho assombroso rejuvenescendo Brad Pitt e Cate Blanchet em Benjamin Button com tecnologia de dois anos atras tenha patinado aqui. E ao final por que duas horas de história menos elaborada que um episódio do Ben 10?
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