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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Crítica: 'Contra o Tempo' é uma boa mistura de ação e sci-fi

Em Busca do Tempo Perdido>>>
Segundo trabalho do diretor Duncan Jones (do genial Lunar/Moon) que se esforça para elevar um filme com pretensões comerciais para a galeria de thrillers de ficção científica com algo mais a dizer. A trama sobre uma missão capaz de visitar o passado para evitar um atentado terrorista no presente, confia na imaginação de Jones e na melancolia do herói tragico Couter Stevens, interpretado pelo eficaz Jake Gyllenhaal para manter a história que se passa principalmente em um loop de 8 minutos dentro de um trem que explodirá funcionando. Como em o Feitiço do Tempo de Harold Ramis, o Stevens  revive situações e tem que tomar decisões sem saber exatamente como ou por que está ali. Ao interagir com uma das vítimas (a fofa Michelle Monaghan) ele percebe que a tecnologia da viagem no tempo tem mais consequências do que o fizeram acreditar. No elenco, a luminosa Vera Farmiga e o carismático Jefrey Wright (que incorpora um cientista a la Dr Strangelove) são coadjuvantes de luxo fazendo o  serviço de explicar a trama.


Evocando elementos  de  filmes de viagem no tempo como Os 12 Macacos de Terry Gillian e Dèja Vu dirigido por Tony Scott e um certo surrealismo da série Alem da Imaginação, Contra o Tempo transcorre sem  intrigar muito, mas ao prender a atenção até o final  cumpre a premissa básica de entreter com boas interpretações, algum romance e efeitos especiais bem aplicados.   Ao ecoar os fantasmas do pós 11 de setembro, o filme de Duncan Jones constrói  uma crítica a brutalidade  do estado em relação aos seus soldados e a guerra deflagrado contra o terrorismo.

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